domingo, 13 de junho de 2021


                                     

CRIAÇÃO DO ROTEIRO


O que?
Quem?
Quando?
Onde?
Como?
Por que?
Qual é o tema?
Qual é a pergunta central?
Como termina?
Quais são os personagens envolvidos?

Estas são algumas das perguntas que nos fazemos para a criação de um roteiro, nosso projeto esta na fase final de elaboração do roteiro para o documentário: Terras Livres!

segunda-feira, 17 de maio de 2021


 

                                                "Terras Livres"

Com a abolição, o trabalhador escravizado obteve sua liberdade civil, mas em geral, as condições materiais de existência do afrodescendente não se modificaram significativamente com o fim da escravidão. Alguns quilombolas continuaram vivendo como posseiros nas áreas de seus quilombos. Outros procuraram sobrevivência juntando-se às parcelas marginalizadas, em novas formas de luta pela sobrevivência (FIABANI, 2012 apud ibid, p.18).

Desta forma, a terra que antes era propriedade da Coroa e concedida ao latifundiário através das sesmarias, passa a ser uma mercadoria que poderia ser negociada entre proprietários privados. Essa lei discriminou e impediu que osescravos libertos e outras populações rurais pobres se tornassem proprietários, que estes não possuíam recursos para adquirir parcelas de terra da Coroa ou para legalizar as que possuíam. A principal consequência social dessa lei foi a consolidação do latifúndio como estrutura básica da distribuição de terras no Brasil (STÉDILE, 2011 apud ibid., p.20).


Imagem disponivel em: https://61brasilia.com/2019/06/10/sertao-forte/ - Galeria da Casa Thomas Jefferson recebe exposição de Noilton Pereira entre 14 de junho e 20 de julho

domingo, 18 de abril de 2021


Yalorixá Odalici do Carmo

Fundadora do Terreiro Ilê Axé Odé Yeye Ybomin; Mulher negra e militante. Fundadora do bate papo Ibomin sobre intolerância religiosa. Membro do Coletivo cultural Ibomin, idealizadora da biblioteca Girassol. Palestrante sobre religiosidade, preconceito e intolerância religiosa.Participa do projeto "Terras livres" trazendo canções e lamentos dos boiadeiros/vaqueiros, os sertanejos que retornam por meio da incorporam para concluir suas missões, conhecidos como caboclos de couro, caracterizam-se com jaleco e chapeu de couro, as músicas e salvas entoam lamentos da "boiada perdida" e sem perder a fé de dias melhores nos ensinam o valor da família e da terra.

"Quando nessa casa entrei,
eu salvei Maria!
Eu saudei o dono da casa,
saudei toda a cuminheira
Eu saudei todos os meus mais velhos
com toda a familia inteira
aêeeeee..."

 

segunda-feira, 22 de março de 2021

 

Gleidson Miranda Almeida

Gleidson Miranda Almeida Licenciado em História e Pedagogo em formação. Atua na ARCCA - Associação para Inclusão a Comunicação, Cultura e Arte desde o ano de 2003, estando até o atual momento como voluntário. Participa do Centro Comunitário Soteropolitano, como voluntário realizando palestras, seminários, Works shop e alfabetizando jovens e adultos.  Já no Coletivo Cultural Ibomin, ingressa em 2016, com o desafio de planejar, elaborar e conceber a construção da Biblioteca Comunitária Girassol referência na comunidade de leituras afrocentradas para todos os públicos, por sua vez localizada dentro do Terreiro Ilê Axé Odé Yeyê Ibomin, comunidade religiosa de matriz africana no bairro de Portão, Lauro de Freitas. Projetos como Letras D’ África: incentivo à leitura para comunidade negra de Lauro de Freitas; Projeto Cine Ibomin; Projeto Ancestralidade e Novas Narrativas, oficinas de graffit; Prêmio Ponto de Mídia Livre – 3ª Edição da Secretária da Cidadania e Direitos Humanos do Ministério da Cultura e o Prêmio Culturas Populares Edição Leandro Gomes de Barros são ações realizadas e ainda em andamento no corrente ano. Todas as atividades pautas em valorizar e tornar acessível conteúdos afrocentrados que não estão no circuito comercial, cultural e midiático, pois trazem conhecimentos necessários para libertação da consciência humana reconstruindo a humanização do nosso povo negro e empurrados à marginalidade.  

Entre os anos de 2018 e 2020, exerceu o oficio de docentes do Centro Educacional Educar, bairro de Cosme de Farias na cidade de Salvador, ministrando aulas de História. 

Membro da OXE Bahia – Rede de Bibliotecas Comunitárias da Bahia, desde 2018. Coordenador da Biblioteca Comunitária Girassol, desde 2016. E por fim, tendo a oportunidade de estágio na ONG Cipó - Comunicação Interativa, no campo da pedagogia, vivenciando em quatro territórios de Salvador a Educomunicação, como ferramenta para auxiliar jovens na construção de novos projetos de vida.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

#premiosculturapopulareidentitaria #ccpi#secultBa #culturaquemovimenta #leialdirblancbahia #programaaldirblancbahia.

 

CANUDOS
19 de Janeiro de 1966, Matutina, Geral, página 15

“Entendemos como o Belo Monte de Antônio Conselheiro e o Brasil de Lula tem muito em comum. Tanto no sonho do povo pobre quanto na reação de ódio das elites.” (LOPES apud VASCONCELLOS, 2020) haja vista que as terras no início das comunidades não tinham necessidade de demarcação e os animais viviam livres e soltos, sem cercas.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.


#premiosculturapopulareidentitaria #ccpi#secultBa #culturaquemovimenta #leialdirblancbahia #programaaldirblancbahia.



Bruna Shinyashiki

Bruna F. Gomes Shinyashiki, Bacharel em Direito, pelo Centro Universitário UNIRB, Pós graduada em Terapia Transpessoal pelo INCISA, terapeuta atuante, desenvolve trabalhos voltados para o despertar da consciência e re-conexão com a vida. Facilitadora de Respiração Holotrópica, promove rodas  e bate papo, auxiliando a jornada do auto conhecimento.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

#premiosculturapopulareidentitaria #ccpi#secultBa #culturaquemovimenta #leialdirblancbahia #programaaldirblancbahia.