Gleidson Miranda Almeida
Gleidson Miranda Almeida Licenciado em História e Pedagogo em formação. Atua na ARCCA - Associação para Inclusão a Comunicação, Cultura e Arte desde o ano de 2003, estando até o atual momento como voluntário. Participa do Centro Comunitário Soteropolitano, como voluntário realizando palestras, seminários, Works shop e alfabetizando jovens e adultos. Já no Coletivo Cultural Ibomin, ingressa em 2016, com o desafio de planejar, elaborar e conceber a construção da Biblioteca Comunitária Girassol referência na comunidade de leituras afrocentradas para todos os públicos, por sua vez localizada dentro do Terreiro Ilê Axé Odé Yeyê Ibomin, comunidade religiosa de matriz africana no bairro de Portão, Lauro de Freitas. Projetos como Letras D’ África: incentivo à leitura para comunidade negra de Lauro de Freitas; Projeto Cine Ibomin; Projeto Ancestralidade e Novas Narrativas, oficinas de graffit; Prêmio Ponto de Mídia Livre – 3ª Edição da Secretária da Cidadania e Direitos Humanos do Ministério da Cultura e o Prêmio Culturas Populares Edição Leandro Gomes de Barros são ações realizadas e ainda em andamento no corrente ano. Todas as atividades pautas em valorizar e tornar acessível conteúdos afrocentrados que não estão no circuito comercial, cultural e midiático, pois trazem conhecimentos necessários para libertação da consciência humana reconstruindo a humanização do nosso povo negro e empurrados à marginalidade.
Entre os anos de 2018 e 2020, exerceu o oficio de docentes do Centro Educacional Educar, bairro de Cosme de Farias na cidade de Salvador, ministrando aulas de História.
Membro da OXE Bahia – Rede de Bibliotecas Comunitárias da Bahia, desde 2018. Coordenador da Biblioteca Comunitária Girassol, desde 2016. E por fim, tendo a oportunidade de estágio na ONG Cipó - Comunicação Interativa, no campo da pedagogia, vivenciando em quatro territórios de Salvador a Educomunicação, como ferramenta para auxiliar jovens na construção de novos projetos de vida.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e do Centro de Culturas Populares e Identitárias (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
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